quinta-feira, 7 de março de 2013

O Vento


Posso ouvir o vento passar
Assistir à onda bater
Mas o estrago que faz
A vida é curta pra ver
Eu pensei
Que quando eu morrer
Vou acordar para o tempo
E para o tempo parar
Um século, um mês
Três vidas e mais
Um passo pra trás
Por que será?
Vou pensar
Como pode alguém sonhar
O que é impossível saber?
Não te dizer o que eu penso
Já é pensar em dizer
E isso, eu vi,
O vento leva
Não sei mais
Sinto que é como sonhar
Que o esforço pra lembrar
É a vontade de esquecer
E isso por quê?
Diz mais!
Se a gente já não sabe mais
Rir um do outro meu bem,
Então o que resta é chorar e, talvez,
Se tem que durar,
Vem renascido o amor
Bento de lágrimas
Um século, três,
Se as vidas atrás
São parte de nós.
E como será?
O vento vai dizer
Lento o que virá,
E se chover demais,
A gente vai saber,
Claro de um trovão,
Se alguém depois
Sorrir em paz
Só de encontrar


domingo, 17 de fevereiro de 2013



Eu tenho tido a alegria como dom; em cada canto eu vejo o lado bom...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Para e olha pra mim
Para e deixa pra lá
Deixa eu entrar em você por algum olhar

Deixa eu gostar de você
Teus medos posso curar
Deixa eu levar tua vida pra outro lugar

Para e olha pra mim
Vê que já basta olhar
Deixa eu plantar um carinho no teu peito inquieto

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Estou jogando fora tudo o que não me serve mais. Roupas, armas, escudos, máscaras...
Meu armário está ficando limpo novamente, e a sensação é indescritivelmente boa!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013




And here we go again
With all the things we said and not a minute spent
To think that we'd regret, so we just take it back
These words and hold our breath
Forget the things we swore, we meant

I'll write you just to let you know
That I'm alright
Can't say I'm sad to see you go
'Cause I'm not (no, I'm not)
Well, I'm not

And here we go again
With all the things we did and now I'm wondering
Just who would I have been to be the one attached
At all time to your hip
Forget the things we swore, we meant

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

É que eu já sei de cor
Qual o quê dos quais
E poréns, dos afins, pense bem
Ou não pense assim

domingo, 27 de janeiro de 2013



Lembro das cartas que nunca mandei. Das doces palavras que nunca tive coragem de dizer. Sinto saudades do que não vivi.
Faltou intensidade, faltou sinceridade. O romantismo que sempre habitou minha mente e minha alma, de forma egoísta, ficou todo pra mim.